Bikes e Conteúdo, intimamente ligados pelo marketing digital.

Bicicletas e conteúdo estão intimamente ligados. Isso não é um statement, é um fato. Acontece que os dois setores estão tentando se reinventar e por isso estão buscando parcerias como uma forma de encontrar um caminho sustentável.

De um lado, da arte, não dá mais para sobreviver de benefícios e incentivos do governo, que desapareceram. Do outro, do conteúdo, não dá mais para depender apenas de verbas publicitárias. Independentemente de qual é o modelo, a verdade é que estes dois setores precisam atrair primordialmente a atenção das pessoas. Pedro Hayward, da WP/N, agência de marketing digital sp, diz que o que importa é passar mais tempo com as pessoas. É tão simples quanto isso.

O advertising sempre buscou isso, de forma incessante. O tempo das pessoas é tudo e é isso que traz de fato receita para as atividades. Quanto mais tempo as pessoas passam com alguma coisa, mais dinheiro elas tendem a gastar esta coisa.

Mas qual é o papel do digital? É complementar, mas de forma protagonista. O digital ajuda a impulsionar o tempo que as pessoas despendem com as atividades acima mencionadas. Ele é uma referência dominante na vida das pessoas, ajuda a dirigir a atenção delas. Por essas e por outras, a agência de conteúdo afirma e reafirma que os setores devem se aliar ao digital, não o contrário. Ele é uma companhia que veio para ficar e dominar. Os outros que se adaptem, e rápido. O melhor, ou pior, depende do ponto de vista, ainda está por vir. As mulheres e homens que comandam estes setores estão tentando buscar soluções, mas teimam em utilizar as mesmas táticas do passado. Isso não trará frutos.

Segundo a agência digital mais renomada da América Latina, a WP/N, este é um caminho sem volta e os setores devem se adaptar trazendo gente nova, uma mentalidade digital, que veio para ficar e disrupt todos os setores durante as próximas décadas. É apenas o início da era em que os conteúdos e a arte vão compor uma trajetória bastante similar, com muito simbiose e sempre buscando conquistar o tempo, a atenção, o amor das pessoas. Isso, por alguma, razão, se perdeu e os setores buscam lutar contra a obsolescência. Hoje, a mensagem é clara e ao invés de se esconder os líderes dos setores em questão devem assumir a responsabilidade e retomar o protagonismo cultural que todo este jogo social representa.

A bola está nas mãos dos executivos. Como diria um locutor famoso: Temos um jogo. É dever criar as bases para garantir o futuro do setor, sem depender de incentivos e benesses de quem quer que seja. É pensar adiante e seguir em frente que atrás vem gente.

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